Carioca de 84 anos é ovacionado na TV americana com apresentação em dupla

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Uma apresentação dos artistas circenses Edson Silva, de 54 anos, e Leon Schlosser, de 84 anos, tirou o fôlego da plateia do programa americano “America’s Got Talent”, transmitido pela emissora “NBC” nos EUA, impressionando também os jurados Howie Mandell, Gabrielle Union, Julianne Hough e Simon Cowell.

Um vídeo da performance da “Dupla o tempo”, divulgado nas redes sociais do show de talentos nesta terça-feira, recebeu mais de 590 mil visualizações e 14 mil curtidas no YouTube. E internautas não poupam elogios nos comentários:

“Quebrei minhas costas cinco vezes assistindo a isso…Incrível”, escreveu um rapaz.

“Idade é apenas um número”, disse outro.

Leon, que começou sua vida artística há 70 anos, já tendo trabalhado por todo o Brasil, revelou seu segredo para continuar ativo:

— É a paixão pelo aplauso do público, que é o grande incentivo para que a gente continue com as apresentações. Gosto de levar uma mensagem positiva pras pessoas — afirmou.

Sua trajetória envolve passagens pelo circo, teatro e televisão, já tendo viajado a trabalho ao exterior em situações anteriores à ida aos Estados Unidos, incluindo países europeus.

Ainda que suas apresentações despertem reações animadíssimas, como ocorreu no programa americano, Leon, que também dava aulas quando mais novo, se descreve como um artista “razovável”. No entanto, ele reconhece que já esperava uma resposta do público daquele tipo.

— Não que eu queira me vangloriar, mas isso sempre acontece. O público normalmente se emociona — afirmou.

No dia da performance, o jurado Simon Cowell chegou a dizer para Leon que ele parecia o personagem Carl Fredricksen do filme “Up – Altas aventuras” (2009), o velhinho que conta com a companhia do menino Russell numa viagem dentro de uma casa voadora sustentada por balões.

O acrobata contou que sua parceria com o Edson foi firmada há 12 anos, numa época em que ele se afastou dos palcos porque o colega com quem trabalhou por quase 30 anos tinha morrido. No entanto, ficar um tempo parado lhe fez sentir saudades da alegria do público. Foi nesse momento que ele procurou a Escola Nacional de Circo, no Rio, onde Edson dá aulas. Ao se encontrarem, tiveram a ideia de participar do quadro “Se vira nos 30”, do “Domingão do Faustão”, e assim o fizeram.

— E, desde então, não paramos de trabalhar — acrescentou.

Fonte: Extra

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